Quanto Devo Apertar Porcas e Parafusos das Rodas?

Neoncar Acessórios Automotivos - Franquia Automotiva
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Prontas para serem colocadas no veículo, certificar-se de que: Os anéis centralizadores estão de acordo com o cubo do veículo e estão presos às rodas. As panelas dos freios do veículo estão limpas, sem ferrugem ( limpá-las com uma escova de aço e / ou solvente).

Colocar a roda e iniciar sua afixação, em etapas, seguindo o esquema abaixo, alternando o rosqueamento. Rosquear os parafusos ou porcas com a mão, com a chave de rodas encostá-los até o fim, sem apertá-los.

Por fim, apertá-los , também conforme o esquema abaixo. Procedendo dessa maneira, a superfície de apoio da roda estará devidamente assentada na panela de freio do veículo. ( Rodas com seis furos a sequência é 1, 3, 5, 2, 4, 6).

ATENÇÃO: Apertos excessivos das porcas e/ ou parafusos podem espanar as roscas da panela, da porca ou do prisioneiro. Pode ainda, fraturar parafusos e em certos casos, empenar os discos de freio por excesso de tensão.

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O que Significa o Treadwear do Pneu?

Repasses de Carros / Vendas de Veículos - Franquia Automotiva
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No mercado norte-americano é exigida uma classificação do pneu junto à UTQG, Uniform Tyre Quality Grading, sob três aspectos. Todos vêm gravados nos flancos (laterais) da maioria dos pneus vendidos também no Brasil.

O treadwear index, ou índice de desgaste da banda de rodagem, permite comparar a expectativa de durabilidade dos pneus. Um pneu com índice 360, por exemplo, deve durar 360% (ou 3,6 vezes) o que duraria um pneu de índice 100.

Traction index, ou índice de tração, define a capacidade do pneu em aderir ao solo nas acelerações e frenagens. E o temperature index, índice de temperatura, refere-se à capacidade de suportar e dissipar o calor adquirido na rodagem.

Nos dois últimos são usados os índices A, B e C, sendo A o de maior capacidade. Entretanto, essa classificação não é supervisionada e serve apenas para comparar produtos de um mesmo fabricante.

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Devo Fazer Rodízio de Pneus? Como Funciona?

AutoGarage Classificados Automotivos - Franquia Automotiva
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O rodízio, inversão de posição entre os pneus, tem como fim prolongar sua vida útil. Num carro de tração dianteira, por exemplo, as rodas da frente têm as funções de acelerar, frear e esterçar o veículo, desgastando-se mais que as de trás.

Trocando de posição os dianteiros com os traseiros e incluindo o estepe na operação, é possível adiar o momento da compra de novos pneus. Outra vantagem: mantém-se um nível equivalente de desgaste entre os quatro pneus, com benefícios à segurança.

Apenas permutar os pneus dianteiros e traseiros é o rodízio mais comum, mas não há riscos em inverter seu sentido de rotação!

O rodízio deve ser feito a cada 10 mil km ou sempre que houver diferença acentuada de desgaste entre os pares dianteiro e traseiro. Passa-se os pneus dianteiros para trás e vice-versa, sem inverter o lado. Se o estepe for incluído, pode ser montado atrás à direita, guardando-se como estepe o pneu dianteiro direito — em geral o que mais se desgasta, pois a construção das ruas e estradas conduz o carro para essa direção.

Um antigo mito condenava a inversão do sentido de rotação dos pneus radiais. Hoje se sabe que não há qualquer risco nessa alteração.

Ainda assim há marcas, como a BMW, que não recomendam o rodízio para carros utilizados com mais vigor. Alegam que os pneus se acomodam à posição de trabalho, sofrendo maior desgaste e oferecendo menor aderência se assumirem nova posição. O ideal, assim, seria substituir os pneus aos pares, mantendo-os no lugar durante toda a vida útil.

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4 Possíveis Causas da Perda de Aderência dos Pneus

Repasses de Carros / Vendas de Veículos - Franquia Automotiva
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1) Desgaste: o pneu desgastado tem sua área de atrito aumentada, o que leva a maior aderência. Muitas vezes é possível evidenciar essa diferença em uma simples comparação visual. Pode ser o caso de seus velhos Dunlops.

2) O pneu novo tem um período (reduzido, cerca de 100 km) em que a aderência não é ideal. Se for o caso, procure esperar um pouco mais para obter um julgamento correto.

3) Alinhamento de rodas: é possível tanto que o alinhador tenha imposto ângulos incorretos (uma cambagem positiva, por exemplo, pode gerar acentuada saída do eixo a que foi aplicada), quanto que tenha corrigido os ângulos antes incorretos de seu carro. Se a cambagem estava negativa e passou a neutra, por exemplo, a aderência naquele eixo tende a diminuir.

4) Características do pneu: o site da Michelin apresenta quatro elementos do Pilot Exalto (“nova referência no mercado em comportamento em solo molhado”; “direção esportiva precisa mesmo com altos níveis de água na pista”; “comportamento 14% superior em curvas sobre solo molhado”; e “equilíbrio de performance entre solo seco e molhado”) que apontam para um pneu projetado com vistas a utilização em piso molhado.

Não é difícil perceber que, quanto maiores os sulcos para drenagem de água na banda de rodagem, menor será a área de contato com o solo dessa banda. Os pneus de chuva do automobilismo estão aí para mostrar como esse compromisso sempre envolve perdas de um ou outro aspecto. Portanto, parece-nos ser o caso de escolha do pneu inadequado às expectativas de utilização.

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Você Sabe o que é Raio de Rolagem da Roda?

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Raio de rolagem não é mesmo coisa fácil de entender. Vamos tentar explicar de outra maneira.

Um bicicleta tem raio de rolagem zero, já que o eixo de direção, que é determinado pelo “queixo” do quadro, coincide com o centro do ponto de contato da roda dianteira com o solo. Ou seja, bicicletas (e motocicletas) não têm raio de rolagem. Só teriam se a roda fosse deslocada para a direita ou para a esquerda em relação ao eixo de direção. Deu para perceber?

Agora, o efeito: se o deslocamento fosse para a direita, o que iria acontecer? Seria produzido um torque, que é o produto de uma força — a resistência à rolagem da roda — por uma distância, justamente o quanto o ponto de contato foi deslocado em relação ao eixo de direção. O ciclista teria de fazer certa força para manter a bicicleta na reta. Se soltasse o guidão, haveria esterço imediato para aquele lado.

No automóvel existe essa distância entre o eixo de direção (em torno do qual a roda esterça) e o ponto de contato da roda com solo, exatamente no meio da banda de rodagem (é mais fácil visualizá-lo pensando num pneu fino de bicicleta, mas é sempre no meio). Sempre se acreditou que o deslocamento poderia ser além do eixo de direção, que é uma linha imaginária, situação chamada raio de rolagem positivo.

Há várias razões para isso. É mais fácil a construção, seja nos eixos rígidos de antigamente, seja nas mangas de eixo das suspensões independentes. Depois, a inclinação do eixo de direção pode ser menor, o que resulta em direção mais leve (maior a inclinação, mais o carro sobe ao ser esterçada a roda). Coube aos engenheiros da GM inverter o raio de rolagem, isto é, tornar o deslocamento aquém do eixo de direção, surgindo o raio de rolagem negativo. Isso ocorreu com o Oldsmobile Toronado, em 1966, o primeiro carro americano de tração dianteira da era moderna.

A vantagem do raio de rolagem negativo é a roda tender a convergir em caso de impacto contra obstáculo ou houver aumento de resistência ao rolamento, como em caso de perda de ar súbita, contribuindo para a estabilidade direcional e para a segurança como um todo (pense no exemplo da bicicleta, só que neste caso a tendência de esterço é favorável, ao anular o efeito de perturbação do impacto ou pneu vazio).

Mas a excepcional contribuição do raio de rolagem negativo foi ter tornado possível os circuitos hidráulicos dos freios dispostos em diagonal — roda dianteira de um lado com traseira de outro e vice-versa. O motorista pode contar com freio dianteiro e 50% da capacidade de frenagem no caso de falha de um dos circuitos sem que carro perca a trajetória. O circuito duplo por eixo é totalmente ineficaz em caso de falha hidráulica dianteira, pois o carro perde os freios mais importantes, que chegam a representar 80% do total. Após tudo o que foi dito, deve ficar fácil para o leitor entender como a profundidade de montagem (off-set) da roda influencia o raio de rolagem.

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